Celeste Pereira de Mello relata suas memórias e sua experiência como professora, iniciando em um curso noturno para operários e depois na escola anexa no período da Esav, onde ensinava sem remuneração formal. Também relembra a criação e desenvolvimento de iniciativas educacionais incluindo cursos gratuitos e um ginásio mantido por professores voluntários na escola que deu origem ao Campus de Florestal. Destaca a importância social dessas ações, mesmo sem reconhecimento financeiro ou oficial. Ao longo da conversa, ressalta-se o valor da preservação da memória institucional, documentos e histórias, defendendo que registros, publicações e objetos sejam guardados para não se perderem com o tempo, com tal preocupação se mostrou disposta a contribuir com o Professor Marcondes na busca, recuperação e preservação de tais itens.